Marguerite Yourcenar, Memórias de Adriano (revista e acrescentada por Carlos C., segundo Aníbal C. S.)
segunda-feira, 27 de abril de 2026
É ler a legenda...
terça-feira, 17 de março de 2026
“Graça Morais: Uma Antologia”
Desde o princípio da semana que podemos ver, no Palácio Anjos, em Algés, uma exposição de 170 obras de desenho e pintura de Graça Morais, que proporciona uma visão ampla da obra desta artista desde a década de 1970 até ao presente.
São desenhos que acho que faziam falta nesta exposição para revelar aspetos diferentes da minha criatividade.
Também apresento várias fotografias. Não é costumo dar esse valor às fotografias como obras em si, mas esta exposição tem fotografias que vão ser surpreendentes para muitas pessoas.
Ao longo da minha vida, desde os anos 80, sempre fotografei muito, não com pretensões de fazer fotografias de muita qualidade, mas como uma base de trabalho. Estas ultrapassam essa base de trabalho.»
Destaca-se um painel de grandes dimensões em homenagem aos presos políticos da prisão de Caxias, "um gesto artístico e ético de evocação da resistência e da luta pela liberdade".
Uma boa forma de comemorar o seu 78.º aniversário, cumprido hoje.
domingo, 17 de março de 2024
Parabéns, Graça Morais!
Uns partem, outros, felizmente, continuam a estar bem vivos e a fazer-nos viver.
terça-feira, 10 de janeiro de 2023
A humidade corrói a Humanidade
O tempo estava de chuva, como se pode ver, e isso terá influenciado o escrivão dos rodapés.
A exposição Anjos e Lobos - Diálogos da Humanidade está na Galeria de S. Roque (Lisboa).
domingo, 6 de junho de 2021
Arte no Ar
«É uma mensagem poética, porque as mulheres voam sempre, mesmo sem levantar voo.» (Graça Morais)
terça-feira, 17 de março de 2020
Parabéns, Graça Morais!
sábado, 30 de março de 2019
Metamorfoses da Humanidade, de Graça Morais
Metamorfoses da Humanidade de Graça Morais
Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado
«Um conjunto de mais de oito dezenas de desenhos e pintura sobre papel compõe a exposição Metamorfoses da Humanidade, da pintora Graça Morais. Reflectindo sobre as múltiplas faces da natureza humana, com as suas fragilidades e as suas aterrorizadoras atitudes predatórias, estes desenhos recentes de Graça Morais (realizados em 2018) oferecem-nos, como num espelho quebrado, os múltiplos reflexos dos nossos muitos medos quotidianos: a guerra, a exclusão, a perda absoluta, a fome, a morte. Em cada um dos trabalhos apresentados, como se em pequenos pedaços de um mundo estilhaçado, reconhecemos emoções que nos são íntimas. A voragem, a capacidade de destruir, a vontade de recusar ao outro a sua humanidade e dignidade, ou o desejo de domínio — tudo isso lá está. Mas não apenas isso. À parte o sofrimento das vítimas, também aí representadas, na sua silenciosa e derradeira resistência, na sua resiliente exigência de dignidade, desponta nestes trabalhos o teimoso caminho para a esperança. A empatia pelas vítimas, a capacidade de dar voz a quem a não tem, sente-se e ouve-se nestes trabalhos que mostram, como com uma lupa, as grandes tensões do nosso tempo, condensadas em imagens perturbadoras e tocantes.»
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«A metamorfose é o que faz de nós "alguma coisa", mesmo quando o traço imemorial da fera parece difícil de ser arrancado ao colectivo.»
domingo, 17 de março de 2019
terça-feira, 26 de junho de 2018
sábado, 17 de março de 2018
domingo, 9 de outubro de 2016
Gente
«É preciso que o homem tenha uma maneira de arder que dê a luz indirecta da arte.»
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| Noronha da Costa, sem título |
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| Eduardo Luíz, Relíquia herética |
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| Menez, Jardim |
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| Júlio Resende, Mulheres |
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| Mário Dionísio, O vendedor |
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| Júlio Pomar, Subúrbio I |
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| Júlio Pomar, Subúrbio II |
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| Graça Morais, sem título |
Centro de Arte Manuel de Brito,
Palácio dos Anjos (Algés)
quinta-feira, 17 de março de 2016
segunda-feira, 20 de abril de 2015
Uma nova história trágico-marítima
Dos outros não tanto, porque nos são estranhos.
Ainda não há muito que se celebraram quiméricas primaveras por todo o Norte de África. Foguetório. Processo rápido, já ninguém se lembra.
Temos uma nova história trágico-marítima.
quinta-feira, 16 de abril de 2015
terça-feira, 17 de março de 2015
Graça Morais
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Graça Morais - Cadernos da Montanha
Nova exposição de Graça Morais no Centro de Arte Contemporânea com o seu nome, em Bragança. É uma nova exposição antológica, com trabalhos produzidos em diversos períodos.
A natureza é o denominador comum desta série de trabalhos, através da representação de frutos, flores ou outros produtos. O carácter cíclico da vida rural, a relação ancestral e orgânica das comunidades nordestinas (do Reino Maravilhoso) com a terra - o mundo da artista.
De bom grado voltava agora a Bragança...
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Graça Morais recebe Grande Prémio da Academia de Belas Artes
| Centro de Arte Contemporânea Graça Morais (Bragança), 2013 |
Para além da obra, há muitas características em Graça Morais que me agradam.
Porque outros se calam, mas ela não...
Graça Morais recebe Grande Prémio da Academia de Belas Artes como "resposta luminosa a mundo cheio de sombras" - Cultura - Notícias - RTP
sábado, 1 de junho de 2013
Primaveras, Terra e deuses (1)
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| Sagração da Primavera (coreografia de Olga Roriz) |
Pinturas de Graça Morais - da série Desastres de Guerra e de Um Reino Maravilhoso.
«O eco de uma ordem estranha à sua harmonia interior desliza pela crosta das almas sem as perturbar. (...) Meta-se um cristão por qualquer dos caminhos que levam ao coração geográfico desse mundo encantado.
(...)
Um mundo! Um nunca acabar de terra grossa, fragosa, bravia, que tanto se levanta a pino num ímpeto de subir ao céu, como se afunda nuns abismos de angústia, não se sabe por que telúrica contrição.
Terra Quente e Terra Fria. Léguas e léguas de chão raivoso, contorcido, queimado por um sol de fogo ou por um frio de neve. Serras sobrepostas a serras. Montanhas paralelas a montanhas.
Nos intervalos, apertados entre os lapedos, rios de água cristalina, cantantes, a matar a sede de tanta aridez. (...)
Mas novamente o granito protesta. Novamente nos acorda para a força modelar de tudo. E são outra vez serras, até perder de vista.»
domingo, 10 de fevereiro de 2013
Graça Morais – “Os desastres da guerra”
Inclui as obras das séries Sombras do Medo e A Caminhada do Medo.
Em qualquer delas, Graça Morais parte da realidade vivida directa ou indirectamente, através dos media, para a denúncia "da maldade sem rosto que ensombra a Terra" mas também para a afirmação de esperança na resistência, a recusa da "fatalidade do Medo e da indignidade do Mal".
A "maldade" é bem real, não metafórica, presente no/do nosso quotidiano. Como fonte inspiradora as imagens das múltiplas tragédias que constituem a Tragédia Humana, reveladas pela comunicação social.
«Estas pinturas e desenhos são o meu grito de alerta e de revolta perante um mundo que apreendo através dos jornais, das televisões e dos media e que também sinto no olhar das pessoas com que me cruzo no meu quotidiano, numa cumplicidade de olhares, cheios de dignidade mas também de muito sofrimento.»
Para quem pressentiu Paula Rego nas figuras de Graça Morais agora expostas, entendo que Graça Morais não é Paulo Rego. Da pintura de Graça Morais gosto (posso gostar mais, pode-me ser menos "agradável", mas gosto); ainda não consegui gostar da pintura de Paula Rego.
Por muito que as figuras humanas de GM se transformem em animais com cornos - cabras/bodes - essas figuras têm o condão de ser o lado positivo, redentor dos males - são personagens que resgatam as vítimas, os homens e as mulheres, do Inferno (dos desastres das guerras e das doenças).
Nas personagens desfiguradas de PR vejo o reflexo de fantasmas interiores, pessoais, não o "sobressalto cívico" que assumem as obras de GM, mesmo que sombrias, perante um futuro que nos está a ser roubado.
Contra a fatalidade, apesar das sombras e do medo.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Tempo de cerejas e papoilas
O título está fora de época, mas é o nome da exposição de Graça Morais na Galeria Ratton.
As obras são de Maio deste ano, quando em Trás-os-Montes há cerejas e papoilas (estas com um cheirinho a Alentejo, mas Alentejo e Trás-os-Montes parecem-me ter muito em comum).
Cores e cheiros da primavera, "um hino à vida", como disse a pintora.
"Na obra de Graça Morais estão sempre presentes e plenas de vigor as forças da terra a que pertencemos."
Júlio Moreira




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