
Década de 80, dos melhores: O Nome da Rosa, Os Intocáveis...
Em Lisboa, 1990, uma das cidades onde decorreu a rodagem de A Casa da Rússia - bebendo um whiskey, com a Sé ao fundo, e nas Portas do Sol.

Década de 80, dos melhores: O Nome da Rosa, Os Intocáveis...
«Isto está a acontecer. Se nós não percebermos isto, se nós quisermos ir atrás dos negacionistas, dos relativistas e das teorias da conspiração, nós vamo-nos arrepender. Isto está a acontecer neste momento".
Se a pandemia não for levada a sério, "isto vai rebentar". «Não é tempo para questionar as autoridades de saúde. Isto não se resolve nos hospitais, isto resolve-se a montante dos hospitais. Não há nada que nós possamos fazer nos hospitais para controlar a pandemia. Isto é um problema de saúde publica, é um problema da sociedade civil, é um problema do nosso comportamento coletivo.»
Tudo acabaria com a volta ao mundo de que Sebastián de Elcano colheria os louros, mas também não os proveitos - nunca chegou a ver o prémio prometido pelo Imperador Carlos V.
«Embora a empresa de Magalhães seja reconhecida como a maior jamais intentada por qualquer navegante, contudo, ele foi privado da sua devida fama pelas invejas que sempre houve entre os dois povos que habitam a Península, pois os espanhóis não toleraram ser mandados por um português e os portugueses ainda não perdoaram a Magalhães tê-los abandonado para servir Castela.»
«Entre todas as
figuras e todas as rotas, a minha admiração vira-se para os feitos do homem
que, no meu sentir, alcançou o mais extraordinário na história das descobertas
geográficas: Fernão de Magalhães. A sua navegação é talvez a maior odisseia na
História da Humanidade.»
É rara a valorização do papel dos professores.
Apesar de ser frequente, nos estudos, estarmos no grupo de profissões que merecem maior nível de segurança por parte da opinião pública, a verdade é que, na opinião publicada, incluindo as "redes", somos alvo reiterado de críticas. Com mais ou menos fundamento, regra geral... menos (mas de educação/ensino todos sabem!), todos espetam a sua alfinetada.


Se o pessoal trabalhasse de borla, o que não se poupava!...
Seria uma social-democracia muito moderna...
A propósito:

Recordar a edição, há 46 anos, de Red.

«Quarta-feira, 5 de Outubro de 1910
Paço de Mafra
Thomaz de Mello Breyner, Diário de Um Monárquico (1908-1910)
* Sophia de Carvalho Burnay, esposa de Thomaz de Mello Breyner, que se encontrava doente.
** Franz Kerausch, austríaco, foi o preceptor dos príncipes D.Luís e D.Manuel (futuros D. Luís I e D. Manuel II)

Faleceu há poucos dias Juliette Greco, pelas minhas contas (e conceitos - ou preconceitos?), a última voz lendária da chanson française.
Acredito tanto que Trump esteja infectado como acredito que Bolsonaro tenha estado infectado ou tenha sido esfaqueado.
Regressam que nem heróis!

Sobre a polémica do que fazer em relação às estruturas arqueológicas da antiga mesquita de Lisboa, preservadas sob o claustro da Sé, pronunciou-se - com bom senso, parece-me - um largo conjunto de professores universitários da área da arqueologia.

«Vivia como escrevia: no gume da faca, sem medo, com o rigor dos insatisfeitos. Reescrevia incessantemente as suas histórias, trabalhando ao milímetro a espessura e a luz de cada palavra.»
Inês Pedrosa
José Cardoso Pires nasceu a 2 de Outubro.
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| Almoço de homenagem a José Cardoso Pires, em 30 de Maio de 1964, por ocasião da entrega do Prémio Camilo Castelo Branco respeitante a 1963. José Cardoso Pires está entre Sophia de Mello Breyner e Ferreira de Castro. Óscar Lopes, que também nasceu a 2 de Outubro, faz o discurso. |
«Cada romance tem as suas recordações à margem das aventuras que conta, cada um vais crescendo com o corpo e a voz do homem que o escreveu.»
José Cardoso Pires
2 de Outubro de 1970, era editada uma aproximação dos Pink Floyd ao estilo barroco.
Atom heart mother, o disco da vaca.
Rudyard Kipling (1895)
Quino (Joaquin Salvador Lavado Tejón), argentino nascido em 1932, faleceu ontem, um dia depois de ter sido celebrado mais um aniversário da publicação das primeiras "tiras" da sua mais conhecida criação - Mafalda, a contestatária.
«... Tu nem sequer imaginas como podem acabar subitamente certos Agostos que esbarram contra um Setembro temporão, como um automóvel contra uma árvore, e se encarquilham, esmorecem como uma concertina sem fôlego. Tanta bazófia na canícula da Assunção ou quando o céu nocturno solta os fogos-de-artifício de São Lourenço e os sentidos parecem tão repletos e a vida uma caverna de abóbadas altíssimas, quatro gotas de chuva, porém, o tempo de um corisco, e basta um só dia para engolir esse mês inchado e convencido... A vida também é assim, é como Agosto, dás-te conta que se finou num abrir e fechar de olhos, quando menos esperavas, o elástico encolheu e nunca mais voltará a esticar e o corvo assoma a um canto para te dizer o seu “nevermore”...»
Sophia de Mello Breyner Andresen, Dia do Mar
«Fica uma quinzena em que setembro executa suas crueldades: o mar acinzenta-se despovoa-se o areal (...) na sala ficamos confrontando o mar perseguindo a viagem dos alísios de verão: minúscula tribo que somos compondo a espera de outro verão muito distante.»
Mário Cláudio, As Máscaras de Sábado

«estranha na cidade é a permanência de setembro instantes de suspensão de não se saber onde o quê; presumo que conheça a cidade mas não tão longe como eu nem em iguais rotas de vida já lhe aconteceu os membros desligarem-se do corpo a cabeça levitar transformada em lua? na cidade desse tempo era isto na cidade um esquecimento um túnel onde nenhuma luz cintilava; ouça; setembro não tem na cidade a mágoa estridente das terras que a natureza preparou para o outono trata-se ainda aqui de uma estação de oiro se me consente o ordinário da frase quando falo em oiro quero que entenda assim na cidade a permanência de setembro é como direi trabalhada a cinzel a bistre;»
Mário Cláudio, Um Verão Assim


«Tenho por hábito antigo cumprimentar os meus alunos em Setembro e também os professores, dizendo "Feliz Ano Novo". Faço-o por saber e sentir, enquanto professor que também sou, que, em cada Setembro, vivemos aquele misto entre a ansiedade e o entusiasmo por um ano que começa com novas caras, novos alunos e com muitas sementes de conhecimento por cultivar.»
Tão surpreendente como a fosfina, também não sabia que existia um Dia Internacional da Democracia.
Descobri-o, por mero acaso, a escassos minutos de acabar...
«DEMOCRACIA. Tomando como pretexto um dos sublimes frescos de Piero della Francesca na Basílica de San Francesco em Arezzo (meados do século XV), onde a harmonia do Renascimento reside em todo o seu esplendor, recordo que hoje se celebra o Dia Internacional da Democracia. A data foi criada pela Organização das Nações Unidas em 2007 para destacar, justamente, aquela que é conquista fundamental: o sistema que permite aos cidadãos o pleno exercício de seus direitos, assegurando conquistas sociais, laborais, culturais e políticas, com a sua carta inalienável de direitos e deveres. Luta difícil: recordo os muitos que já sofreram, e que continuam a sofrer, pela sua implementação e desenvolvimento. O dia 15 de Setembro é, por todas estas razões, um acontecimento a assinalar. Com um aviso: a Cidadania democrática, tão aviltada nos nossos dias pelos populismos mais ultramontanos, precisa de ser desenvolvida, melhorada e, como tal, preservada. Não a estraguem: aprofundem-na!»
Vítor Serrão (na sua conta do fb)


Melhor era difícil!...
Num telejornal da RTP, há pouco, em texto de rodapé, Pedro Caldeira Cabral foi apresentado como... fadista!
O fortuna
As três graças a que Natália Correia se refere é outro quadro de Skapinakis (sem Natália; quem serão as 3 graças? Uma é Fernanda Botelho, as outras...)
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| Jornalistas - que tanto "ajudaram à festa" - mantêm o distanciamento físico adequado para conseguirem entrevistar Jerónimo de Sousa, durante a Festa do Avante. Como tanto gostam de dizer, Jerónimo devia "estar a reagir"! |
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| Vicente Jorge Silva faleceu ontem (saudades do Público do seu tempo...) |
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| Cortina mirabolante (pormenor) |