"Quando todos os cálculos complicados se revelam falsos, quando os próprios filósofos não têm nada mais a dizer-nos, é desculpável que nos voltemos para a chilreada fortuita dos pássaros ou para o longínquo contrapeso dos astros ou para o sorriso das vacas."
Marguerite Yourcenar, Memórias de Adriano (revista e acrescentada por Carlos C., segundo Aníbal C. S.)

terça-feira, 21 de julho de 2026

Como assim?


«A entrada gratuita em museus, monumentos e palácios passou a ser possível durante 52 dias por ano para portugueses e residentes em Portugal, em qualquer dia da semana, a partir de agosto de 2024. Até então, e desde setembro de 2023, a gratuitidade era restringida aos domingos e feriados.

“A média é de 1,4 utilizações, ou seja, mais de 60% das pessoas só vai uma vez. Não estamos a consolidar nem a criar hábitos culturais regulares. A mim preocupa-me. […] A medida não está a ter o impacto que queríamos que tivesse. Não é para acabar com a medida. Tenho de investir, além da questão do acesso”, sublinhou.

Tendo em conta que dos 37 museus, monumentos e palácios 18 estão ou estiveram encerrados ou parcialmente condicionados por causa de obras no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência, a ministra revelou que este regime de gratuitidade teve “custos, com uma perda de receita associada à medida de 10 milhões de euros”.»

Notícia da Lusa

Tão poucas entradas, tanta perda de receita?


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