(...)
A invenção dos livros foi talvez o maior triunfo na nossa tenaz luta contra a destruição. Confiámos aos juncos, à pele, aos farrapos, às árvores e à luz a sabedoria que não estávamos dispostos a perder. Com a sua ajuda, a humanidade viveu uma fabulosa aceleração da História, do desenvolvimento e do progresso. A gramática partilhada que os nossos mitos e os nossos conhecimentos nos proporcionaram multiplica as nossas possibilidades de cooperação, unindo leitores de diferentes partes do mundo e de gerações sucessivas ao longo dos séculos.»
Irene Vallejo, O infinito num junco
O Infinito num Junco é um detalhado e fascinante elogio do(s) livro(s).

Sem comentários:
Enviar um comentário