Ao menos, esquecem-se os tanques e as piscinas, o atrelado, o amigo empreiteiro ou a digitalização dos exames, o que de educativo pouco tem, e fala-se de algo realmente importante.
Há algumas opiniões pertinentes, mas também se dizem tantas banalidades, generalidades, dislates, disparates, lapalissadas, patacoadas, tolices e outras sandices...
Apontam-se culpados, não demora que estes estejam em prisão preventiva.
Resta a fraca consolação de que os estudantes portugueses estão acompanhados pelos de outros países na descida dos resultados. E haverá causas comuns (o que pode ajudar ao diagnóstico e à medicação adequada)...
A sangue quente, ameaça-se começar as obras pelo telhado ou deitar abaixo todo o edifício.
É preciso andar muito distraído para não enxergar o que nos advertiam vários indicadores, nomeadamente os níveis de (i)literacia.
E nesse aspecto, o relatório PISA foi divulgado numa data apropriada:
Não fazer um diagnóstico sério da situação é mais de meio caminho para continuarmos no plano descendente.
Mais:
O diagnóstico que não se esqueça do ecossistema social.
E o Ministério que deixe de trabalhar em circuito fechado!
P.S.: O meu último ano de trabalho foi com turmas do 5.º ano constituídas por alunos que sofreram o confinamento quando estavam no 1.º ano de escolaridade.
Assustador!...
Para esses alunos qualquer medida já vem tarde.
Preparem-se para os resultados PISA daqui a três anos!...
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