«Este debate entre a razão histórica e a arrogância emproada, fruto do atrevimento ignorante e institucionalizado no senso comum, tinha tudo para dar errado. Quando Pacheco Pereira acedeu a confrontar a verdade (do pensamento metódico e construído por milhares de páginas de vida e de história escrita que lhe reconhecemos) contra o arrivismo do tal jovem de "46 anos", formado na escola do senso comum favorável à crítica mal fundamentada e arruaceira, estava a admitir (sem o querer) a sua derrota.»
(Luís Farinha)

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