A sinopse do livro reza assim:
«Uma ode à alegria de colecionar livros. Para todos os que
sabem que nunca se tem livros a mais.
Estas páginas reúnem uma verdadeira celebração do fascínio de viver rodeado de
livros: lidos, por ler, começados e recomeçados. Inspirado no termo japonês
tsundoku, que descreve o ato de acumular livros com a melhor das intenções, o
típico «depois leio…», este livro transforma aquilo que muitos chamam desordem
ou culpa numa filosofia de vida reconfortante e profundamente humana. Entre
pilhas instáveis, estantes cheias até ao limite e o ritual de folhear páginas,
descobrimos que os livros não são só objetos de leitura: são promessas,
companheiros, refúgios. Aqui fala-se da felicidade de escolher e comprar
livros, da rebeldia contra listas de leitura, das estratégias para organizar
bibliotecas impossíveis, das desculpas engenhosas para justificar mais uma
aquisição e do prazer de reler.
Mas, acima de tudo, esta filosofia lembra-nos que não é obrigatório termos lido
todos os livros que possuímos para os amarmos incondicionalmente. Os livros não
lidos também nos falam, também nos levam em viagem, também cuidam da nossa
alma. Basta tocá-los, cheirá-los, abri-los ao acaso ou simplesmente saber que
estão ali.»
Deixo-me convencer muito facilmente!
Depois leio...

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