«(...) Alencar, já desanuviado, foi acompanhá-los pelo Aterro. E falou sempre, contando o plano de um romance histórico, em que ele queria pintar a grande figura de Afonso de Albuquerque, mas por um lado mais humano, mais íntimo: Afonso de Albuquerque namorado; Afonso de Albuquerque, só, de noite, na popa do seu galeão, diante de Ormuz incendiada, beijando uma flor seca, entre soluços. Alencar achava isto sublime.»
Eça de Queiroz, Os Maias - Episódios da vida romântica
Eça de Queiroz faleceu a 16 de Agosto de 1900.

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